#EUROTRIP – PARIS – PARTE 2

Finalmente a parte 2 sobre a viagem saiu!!! É o tipo de post que eu mais gosto de escrever, mas da tanto trabalho que olha… Hahahaha! Então vamos lá. Fico mega nostálgica escrevendo esses posts, então me perdoem caso eu me emocione demais!

Começamos o dia visitando a parede em que tem escrito “EU TE AMO” em todas as línguas. As fotos não ficaram muito boas, porque tinha muita gente e o muro é pequeno. Então para não estragar a foto dos outros, cada um ia e tirava bem rapidinho.

Andamos por várias ruas, uma mais linda e encantadora que a outra.

Chegamos no Café des 2 Moulins, que é o café em que a Amelie Poulain trabalhava no filme dela. Uma gracinha, mas não tirei foto lá dentro porque não consumi nada. Enquanto nossos amigos tomavam um cafézinho, eu e o Dudu exploramos algumas ruas a mais.

Seguimos para o Moulin Rouge, que é aquele cabaré louco onde eles servem jantares e apresentam um show com a mulherada de peito de fora, o mesmo que eu não quis ir afinal pagar pra ver peito de fora, ainda mais com o Dudu, eu me recuso! Hahahaha!
A região alí é meio exótica, cheia de sex shops, um tanto quanto bizarro… Um pessoal bem diferentão também…

Ainda na região de Montmartre, fomos visitar a Basílica de Sacré-Coeur, mas estava fechada, então fomos dar um rolê pelas redondezas. Vale super a pena, a vista lá de cima é incrível, tem várias lojinhas, artistas de rua e tal. Só que quando estávamos subindo rumo a Basílica, vários “artistas” nos abordaram e foram grosseiros querendo nos obrigar a amarrar umas pulseirinhas. Tomem cuidado com isso, foi muito chato.

Em seguida fomos ao Museu do Louvre, que é demais! Eu não imaginava o quão gigante esse lugar era. Sério, cansamos MUITO! Hahaha! A próxima vez em que eu for visitar, vou ver se eu descolo aqueles tênis de rodinha! Hahaha! A parte do Antigo Egito estava fechada para manutenção, o que me decepcionou muito, porque era a parte que eu mais gostaria de conhecer.
Lá dentro tem várias lojas bem bacanas, inclusive a Apple. <3
Eu tirei tanta foto lá dentro que eu nem sei qual é qual e nem onde estão no meu computador, essas são as que ficaram no meu celular, dos lugares que mais me marcaram.

A Monalisa realmente é pequena como falam, mas que da uma emoçãozinha de ver tão de perto, isso dá!!! Hahahaha! Muito bonita!

 

Como era final de tarde, fomos ao Jardim de Luxemburgo ver o por do sol. Tudo muito lindo até o guardinha expulsar toda galera porque o parque estava fechando!

Seguindo o passeio, fomos conhecer as Catacumbas de Paris, que era o sonho do Dudu! Hahahaha! ALERTA: Se você tem claustrofobia, NÃO VÁ! É louco demais. O tour começa com a galera descendo uma escada em caracol que passa somente uma pessoa por vez e que parece não ter fim. Continua com uma caminhada em um corredorzinho minúsculo onde uma pessoa com mais de 1,90 de altura não consegue ficar em pé. Até chegar nas catacumbas, com mais de não sei quantos esqueletos humanos. Muito bizarro, o pé direito é super baixo, muitas vezes a gente teve que se abaixar para passar.

Senta que lá vem a história: O ossário foi criado no final do século 18 e abriga 2 quilômetros de corredores e salas subterrâneas, a 20 metros abaixo do nível da rua, que abrigam os restos mortais de aproximadamente 6 milhões de pessoas que começaram a ser depositados no local a partir de 1.785.
Na entrada tem um aviso onde está escrito: “Arrête, c’est ici l’empire de la mort” (“Pare, este é o império da morte”), o que adianta o teor de todo o percurso que é feito em longos e claustrofóbicos 45 minutos debaixo da terra.

O local surgiu devido a urgências sanitárias, pois no fim do século 18, o Cimetière des Saints-Innocents que ficava no bairro de Les Halles – e era o mais importante da cidade – já tinha quase dez séculos de uso e dava sinais de esgotamento. Seu terreno era uma área infectada que preocupava a população dos arredores do centro da cidade. Com tantas epidemias, fome e guerras, a cidade já não tinha mais lugar para enterrar seus mortos e os cemitérios passaram a ser focos de infecção.
E em 1785, a pedreira de calcário abandonada (Tombe-Issoire) se tornou o endereço de depósito de cadáveres que já não tinham mais lugar naquele cemitério parisiense tradicional.
A transferência dos ossos eram realizadas por padres vestidos de branco que entoavam cantos fúnebres (o ofício dos mortos) enquanto arrastavam carroças com os restos mortais cobertos por véus negros. O sinistro traslado dos ossos provenientes do Cemitério dos Santos Inocentes levou dois anos para ser concluído, entre 1786 e 1788, e teve início com um ritual em que religiosos abençoavam o local antes de assumir sua nova função. Medo!

As catacumbas ficam na 1 Avenue du Colonel Henri Rol-Tanguy, 75014 Paris, França. E vale a pena conhecer, é bem impressionante!

E para finalizar a nossa estadia incrível em Paris, fomos jantar no Les Fines Gueules, e é claro que comemos o Steak Tartare né? Eu morreria se fosse embora da França sem provar a versão tradicional de um dos meus pratos favoritos da vida. Snsacional! Quem for pra Paris, tem que conhecer esse restaurante. O atendimento não é incrível, porque cá entre nós, os franceses não são conhecidos pela simpatia. Mas mesmo assim vale muito a pena. Fica na 43 Rue Croix des Petits Champs, 75001 Paris, França.

E acabou Paris! 🙁 Que lugar incrível! Realmente é emocionante conhecer um lugar de onde você ouve falar desde a infância! Podem falar que é clichê e tudo mais, que Paris é um destino batido, mas eu AMEI conhecer e indico para todo mundo!

Espero que tenham curtido os posts! Em breve postarei sobre Londres!

Um beijo,

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